Da Copa ao Rock in Rio: como o iFood está transformando marketing em conexão cultural no Brasil
MARKETING
Redação
5/27/20263 min read


O iFood deixou de ser apenas um aplicativo de delivery há muito tempo. Em 2026, a empresa vem consolidando uma estratégia que mistura tecnologia, entretenimento, esporte, cultura e presença nacional para fortalecer sua marca em praticamente todos os momentos do cotidiano brasileiro.
Da Copa do Mundo ao Rock in Rio, passando por festivais, ativações regionais e campanhas digitais, o iFood está construindo algo maior do que campanhas publicitárias: está criando conexão emocional em escala nacional.
E isso revela uma mudança importante no marketing moderno — especialmente para empresas que atuam no ecossistema digital.
O marketing deixou de ser apenas propaganda
Durante muitos anos, grandes marcas concentravam esforços em:
comerciais tradicionais;
mídia de massa;
campanhas institucionais;
patrocínios isolados.
Hoje, o cenário mudou completamente.
Empresas digitais passaram a disputar:
atenção;
relevância cultural;
tempo de tela;
presença emocional;
recorrência de uso.
Nesse novo contexto, o iFood vem se posicionando como uma plataforma presente em diferentes momentos da vida do consumidor brasileiro.
Copa do Mundo, música e entretenimento como estratégia
Segundo informações repercutidas pela Exame, o iFood pretende ampliar sua presença em grandes eventos nacionais ao longo de 2026.
A estratégia envolve associar a marca a experiências coletivas capazes de gerar:
engajamento;
lembrança de marca;
proximidade emocional;
uso recorrente do aplicativo.
Eventos como:
Copa do Mundo;
Rock in Rio;
festivais culturais;
ativações regionais;
experiências urbanas,
funcionam como grandes aceleradores de branding.
Na prática, o iFood quer estar presente exatamente nos momentos em que o brasileiro está celebrando, consumindo e compartilhando experiências.
O iFood virou uma plataforma de comportamento
Mais do que entrega de comida, o aplicativo passou a atuar em diferentes frentes:
mercado;
conveniência;
farmácia;
benefícios;
fidelização;
publicidade;
entretenimento.
Esse movimento acompanha uma tendência global das big techs e superapps: aumentar o tempo de relacionamento com o consumidor.
Segundo dados da Statista e da McKinsey, plataformas digitais que ampliam frequência de uso tendem a gerar:
maior retenção;
aumento de ticket médio;
fortalecimento de marca;
crescimento de receita por usuário.
A batalha pela atenção está cada vez mais cara
O crescimento do marketing digital elevou drasticamente os custos de mídia online.
Hoje, empresas disputam espaço em:
redes sociais;
vídeos curtos;
streaming;
creators;
mídia patrocinada;
influenciadores.
Nesse cenário, grandes eventos se tornam oportunidades estratégicas para gerar impacto massivo e conversa orgânica.
O iFood parece entender que:
não basta aparecer;
é preciso fazer parte da cultura.
O Brasil como território estratégico
Poucas empresas conhecem tão profundamente o comportamento urbano brasileiro quanto o iFood.
A empresa opera em centenas de cidades e acompanha em tempo real:
hábitos de consumo;
horários de pico;
sazonalidades;
tendências regionais;
comportamento alimentar;
movimentações locais.
Esse volume gigantesco de dados ajuda a companhia a criar campanhas extremamente contextualizadas.
Na prática, tecnologia e branding passam a caminhar juntos.
O marketing de comunidade ganha força
Outro ponto importante da estratégia do iFood é o fortalecimento da sensação de comunidade.
As ativações da marca frequentemente envolvem:
humor;
regionalização;
linguagem popular;
memes;
experiências compartilhadas.
Isso gera identificação — algo extremamente valioso em um ambiente digital cada vez mais saturado de anúncios.
Segundo pesquisas da Kantar, consumidores atuais valorizam marcas que:
entendem cultura;
participam de conversas reais;
demonstram proximidade;
criam experiências relevantes.
O impacto para o e-commerce e varejo digital
A movimentação do iFood traz aprendizados importantes para todo o mercado.
1. Branding voltou a ganhar protagonismo
Em um ambiente dominado por performance e mídia paga, marcas fortes continuam criando diferenciação competitiva.
2. Cultura virou ativo estratégico
Empresas que conseguem participar da vida cultural do consumidor aumentam relevância e lembrança.
3. Dados potencializam criatividade
O marketing moderno depende cada vez mais da combinação entre:
inteligência de dados;
comportamento;
tecnologia;
conteúdo.
4. Experiência vale tanto quanto produto
Consumidores atuais não compram apenas conveniência.
Eles compram identificação, pertencimento e experiência.
O futuro do marketing será híbrido, cultural e tecnológico
Na minha visão, a estratégia do iFood mostra como o marketing digital está entrando em uma nova era.
A disputa não acontece mais apenas por cliques ou downloads.
Agora, as marcas competem por:
presença cultural;
relevância emocional;
recorrência;
experiência integrada;
participação na rotina das pessoas.
Ao conectar esporte, música, entretenimento e tecnologia, o iFood reforça um movimento que deve crescer nos próximos anos:
as empresas digitais mais fortes serão aquelas capazes de unir dados, comunidade e cultura em uma única experiência de marca.
E isso vale não apenas para aplicativos gigantes, mas para todo o ecossistema do e-commerce brasileiro.
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